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17 dezembro 2008
14 abril 2008
Os 50 melhores golos de sempre em Futebol
O vídeo que se segue representa os 50 melhores golos de sempre marcados num jogo de futebol.
Por muito que nós comuns mortais possamos escrever, comentar, falar, criticar sobre o espectáculo em si, não há ninguém que fique indiferente à arte destes artistas e uma coisa é certa, sejas-lhes dado o devido valor são momentos que, mesmo para pessoas como eu, que não ligam grande importância ao futebol, excepto nos grandes momentos/encontros, este video faz-nos vibrar.
05 julho 2006
Portugal no Mundial Alemanha 2006

Portugal vs França (Meias Finais)
É hoje mais um derradeiro embate contra a França, reuni os vídeos com os melhores momentos da caminhada da selecção até este encontro, Força Portugal, espero que amanha possa colocar neste post mais um vídeo com uma vitória. Vamos acreditar, a partir de agora tudo é possível... Força Portugal... oooOOOOO Portugal Aléééé, Portugal Alééé, Portugal Aléééé, Portugal Aléééééééée....
Portugal 0 vs 0 Inglaterra (3-1 Penaltis) (Quartos de final)
Portugal 1 vs 0 Holanda (Oitavos de Final)
Portugal 2 vs 1 Mexico (Grupo D)
Portugal 2 vs 0 Irão (Grupo D)
Portugal 1 vs 0 Angola (Grupo D)
É hoje mais um derradeiro embate contra a França, reuni os vídeos com os melhores momentos da caminhada da selecção até este encontro, Força Portugal, espero que amanha possa colocar neste post mais um vídeo com uma vitória. Vamos acreditar, a partir de agora tudo é possível... Força Portugal... oooOOOOO Portugal Aléééé, Portugal Alééé, Portugal Aléééé, Portugal Aléééééééée....
Portugal 0 vs 0 Inglaterra (3-1 Penaltis) (Quartos de final)
Portugal 1 vs 0 Holanda (Oitavos de Final)
Portugal 2 vs 1 Mexico (Grupo D)
Portugal 2 vs 0 Irão (Grupo D)
Portugal 1 vs 0 Angola (Grupo D)
21 junho 2006
Portugal nos oitavos de final

Parabéns Portugal
Foram 40 anos, muitas gerações passaram e voilá lá estamos nos novamente entre as 16 melhores equipas do mundo a disputar o mais cobiçado troféu entre selecções.
Parabéns Portugal Esta é a primeira vez que vejo um mundial e claro está ninguém me arranca de frente do televisor para ver a nossa selecção jogar, no meio de isto tudo as unhas é que pagam, nervosismo, ansiedade em cada jogada, mãos á cabeça sempre que a bola passa perto das redes e a festa cada vez que a bola atravessa a linha final entre os postes e embate nas redes, independentemente como é que foi alcançado, cada golo é festejado com o mesmo entusiasmo.
A emoção de uma partida de futebol.
Tudo parece normal desde que entra a selecção para o aquecimento, em que todos os comentários são a favor de que vai ser um grande jogo, até ao momento que estes regressam ao balneário e voltam novamente com o equipamento já vestido e pousam para mais uma fotografia e tudo realmente começa quando, os 22 jogadores já alinhados lado a lado, soa nas colunas do estádio o Hino, o Hino Nacional Português, ai a emoção recai sobre todos. Os jogadores a cantarem com a mão no peito e todos os adeptos em casa ou no estádio se levantam e cantão o a marca de Portugal como se estivessem ali no estádio ombro a ombro com os melhores jogadores da nossa selecção. Depois o momento em que o capitão reúne todos os jogadores e dá a ultima palavra de confiança, até que o arbitro coloca a bola no centro de todo o espectáculo e apita para o primeiro toque na bola. Os segundos passam até que surge a primeira jogada em que algo acontece, os comentários sobre o que está bem e o que está mal, o coração acelera cada vez que a bola tá no poder da equipa contrária no nosso meio campo e tudo volta á calmaria quando a bola é cortada ou sai pela linha final mais próxima da bandeirola que da baliza. Depois tudo recomeça quando os nossos jogadores trocam a bola onde a distancia entre a linha de grande área e onde esta se encontra é cada vez mais curta, todos nos levantamos na expectativa aguardamos o que o jogador vai fazer, gritamos "passa a bola" ou "chuta" ou "centra" ou destacamos o nome do jogador que está desmarcado, como se estivéssemos ao lado do jogador que detém o esférico e botamos as mãos á cabeça no final da jogada quando esta passa ao lado das malhas laterais. Já rolam os primeiros minutos quando acontece a primeira jogada em que todos nos encolhemos ou fazemos "ssssee" e instantaneamente dizemos "é falta", onde o jogador se contorce com dores e no segundo seguinte após ouvir o som do apito se levanta para dar continuidade ao sofrimento dos espectadores. Tudo se repete inúmeras vezes até que no meio do encontro após uma recuperação de bola um contra-ataque sublime a bola passa no máximo por 3 jogadores onde a defesa contrária ainda está contrabalançada no ataque-defesa, surge aquele momento em que tudo para, onde se ouve por milésimos de segundos um silencio ensurdecedor, á espera do que vai acontecer e depois a explosão de alegria a bola embate no fundo das redes e a palavra GOLO se transforma num único som proveniente das mais distintas bocas, transformado em emoção evidenciada pelos sorrisos, saltos, apertões, abraços, beijos e tudo o que uma pessoa possa imaginar para exprimir alegria (á semelhança do anuncio da coca-cola). E recomeça a partida e iniciam-se os comentários sobre o golo, as repetições (na televisão ou no ecrã do estádio), a forma exemplar como o lance foi executado e de repente a imagem do momento fica somente expresso no marcador, pois com a continuidade tudo volta ao inicio, "passa a bola", "é falta", "ssseee", "Ooooo"... O relógio já marca 40m de partida e o sentimento de vitória está estampado nas caras até que, de repente após uma falha daquele jogador que estamos desde os segundos iniciais a dizer que ele já devia ter sido substituído, em que tudo o que é verde, amarelo e vermelho se levanta com as mãos na cabeça com expressões de quem viu o Castelo Branco completamente nu e quase com vontade de dar com um barrote na cabeça do jogador que rematou para a explosão de alegria dos adeptos da equipa com o equipamento diferente, vem a desilusão a fúria em que quem paga são os pés ou as mãos que, por nada, vão contra a mesa e contra as paredes ou cadeiras que estão por perto, seguidos de palavras menos amigáveis como "f*da-sse, "m*rda" e até expressões conjuntas que juntam o acto do amor ao órgão sexual masculino como "f*da dum c*ralh*" e tudo volta ao mesmo do inicio onde o marcador passou a estar com números iguais. Inicia-se então uma nova fase de "vamos lá", "Portugal, Portugal", em que todos gritamos e chama-mos, como se não houvesse amanha, pela equipa de todos nós transmitimos uma energia que faria erguer um morto para dentro do campo, mesmo que estejamos a 400 mil km, até ao momento em que soa o duplo apito para o intervalo.
No intervalo comentamos, exprimimos opiniões de confiança, damos os nossos veredictos de treinadores de bancada, acendemos mais um cigarro, bebemos algo fresco para reavivar a garganta, escutamos atentamente o comentário das pessoas que estão por perto e sobrepomos com a nossa opinião, sorrimos enquanto revemos a jogada maravilhosa que mudou pela primeira vez o marcador e damos uma nova profissão á mãe do jogador que voltou a colocar tudo da mesma forma. Esperamos com cantigas de apoio e com risadas á custa do bobo do grupo (sim porque todos os grupos de amigos tem um bobo de serviço) até que a selecção volta a entrar em campo e como ritual voltamos á estaca zero á espera do apito do arbitro que dá inicio a mais um turbilhão de sensações...
Inicia-se a segunda parte, sem alterações, expressamos novamente a nossa vontade que o jogador x seja substituído por não está a dar rendimento á equipa, desta vez, em silencio damos a primeira trincadelas nas unhas, levanta-mos as mãos, gritamos "é falta", pomos uns defeitos no arbitro, insistimos com a nossa vontade que o jogador X já devia estar a puxar lustro ás botas, mais uma trincadela na unha, botamos novamente á cabeça, vimos novamente o Castelo Branco, sorrimos, cantarolamos, sentamo-nos, mudamos 1001 vezes de posição até que... o jogador é substituído, batemos palmas, levamos o grupo de amigos a gritarem "Portugal, Portugal, Portugal", ouvimos as opiniões femininas ("á o Cristiano Ronaldo, isto..., O Deco aquilo...etc...", opiniões que tem tudo a ver menos com futebol, mas que também fazem parte do espectáculo), discuti-mos aquela jogada de falta dentro da área que todo o mundo vê menos o arbitro, destacamos um ou outro momento "viste aquela finta..., sentou o jogador, etc...", até que chega a parte do "Oooo" ia sendo... o coração não para de bater cada vez mais forte, agarramos no cachecol como se estivéssemos pendurados no ultimo andar do lado exterior de um edifício de 50 andares e de um momento para o outro de uma falta ao meio campo a bola é extremamente bem jogada pelos centro campistas, chega aos pés de Deco, Deco dribla a bola, passa o primeiro abre o jogo para o flanco esquerdo onde Cristiano Ronaldo recebe, acelera o passo passa o primeiro, passa o segundo, senta o terceiro, vai rematar... não passa para Figo, Figo puxa para o lado, passa por um adversário, centra... Pauleta... Pauleta é GOLO, GOOLLOOOOOOooOoO... Salta-mos, Abraçamo-nos, grita-mos, sorrimos, beijamos exprimimos de todas as formas possíveis a nossa alegria, vivemos o momento como se tudo mais não existisse, esquecemos tudo, o importante é gritar e mostrar aos 11 jogadores que aquele golo foi tudo para nós revivemos o momento com mais um abraço, mais um sorriso de orelha a orelha e voltamo-nos a sentar, desta vez novamente com a esperança que os minutos que faltam passem rápido, gesticulamos, acenamos, relembramos a nova profissão da mãe do arbitro, pedimos o cartão amarelo, vimos o fiscal de linha a levantar a bandeirola assinalando fora de jogo injustamente, enaltecemos o trabalho do arbitro após marcar falta a favor da selecção, ficamos calados quando o arbitro não marca aquela falta que daria direito a um livre directo em frente á baliza a pouco menos de 2 metros da grande área, olhamos para o relógio, mais uma trincadela na unha, mais um "ssseee", vimos o 4º arbitro a levantar a placa dos descontos, esfregamos as mãos, aplaudimos a substituição feita pelo seleccionador no culminar da partida, levantamo-nos novamente de mãos na cabeça com aquela cara que já todos sabem e por final, após os dois apitos mais esperados desde o momento que o Pauleta fez jus á sua reputação, festeja-mos, voltamos a repetir tudo o que fizemos por duas vezes durante os 105m anteriores, porém desta vez com o sabor a vitória a vitória merecida, aplaudimos o regresso dos jogadores ao balneário e voltamos a festejar, como se Portugal já exibisse a taça das taças, a mais cobiçada por todas as selecções.
Assim se vive uma partida de futebol e mais uma vez Obrigado Portugal por estes momentos.
Bem este relato é extraído da minha imaginação, não aconteceu na realidade, mas é mais ou menos assim que se vive uma partida de futebol.
Depois destas emoções, algo parecido com o isto é, pois está claro, uma sessão da assembleia da republica, porém ali já se sabe quem ganhou e quem está constantemente a perder e a única expressão do adepto do principio ao fim é aquela das mãos na cabeça com cara de quem está a ver o Castelo Branco nu.
Espero que a Selecção Nacional nos de muitos destes momentos pois só dessa forma podemos esquecer tudo o resto.
Obrigado Portugal, Parabéns Portugal.
No intervalo comentamos, exprimimos opiniões de confiança, damos os nossos veredictos de treinadores de bancada, acendemos mais um cigarro, bebemos algo fresco para reavivar a garganta, escutamos atentamente o comentário das pessoas que estão por perto e sobrepomos com a nossa opinião, sorrimos enquanto revemos a jogada maravilhosa que mudou pela primeira vez o marcador e damos uma nova profissão á mãe do jogador que voltou a colocar tudo da mesma forma. Esperamos com cantigas de apoio e com risadas á custa do bobo do grupo (sim porque todos os grupos de amigos tem um bobo de serviço) até que a selecção volta a entrar em campo e como ritual voltamos á estaca zero á espera do apito do arbitro que dá inicio a mais um turbilhão de sensações...
Inicia-se a segunda parte, sem alterações, expressamos novamente a nossa vontade que o jogador x seja substituído por não está a dar rendimento á equipa, desta vez, em silencio damos a primeira trincadelas nas unhas, levanta-mos as mãos, gritamos "é falta", pomos uns defeitos no arbitro, insistimos com a nossa vontade que o jogador X já devia estar a puxar lustro ás botas, mais uma trincadela na unha, botamos novamente á cabeça, vimos novamente o Castelo Branco, sorrimos, cantarolamos, sentamo-nos, mudamos 1001 vezes de posição até que... o jogador é substituído, batemos palmas, levamos o grupo de amigos a gritarem "Portugal, Portugal, Portugal", ouvimos as opiniões femininas ("á o Cristiano Ronaldo, isto..., O Deco aquilo...etc...", opiniões que tem tudo a ver menos com futebol, mas que também fazem parte do espectáculo), discuti-mos aquela jogada de falta dentro da área que todo o mundo vê menos o arbitro, destacamos um ou outro momento "viste aquela finta..., sentou o jogador, etc...", até que chega a parte do "Oooo" ia sendo... o coração não para de bater cada vez mais forte, agarramos no cachecol como se estivéssemos pendurados no ultimo andar do lado exterior de um edifício de 50 andares e de um momento para o outro de uma falta ao meio campo a bola é extremamente bem jogada pelos centro campistas, chega aos pés de Deco, Deco dribla a bola, passa o primeiro abre o jogo para o flanco esquerdo onde Cristiano Ronaldo recebe, acelera o passo passa o primeiro, passa o segundo, senta o terceiro, vai rematar... não passa para Figo, Figo puxa para o lado, passa por um adversário, centra... Pauleta... Pauleta é GOLO, GOOLLOOOOOOooOoO... Salta-mos, Abraçamo-nos, grita-mos, sorrimos, beijamos exprimimos de todas as formas possíveis a nossa alegria, vivemos o momento como se tudo mais não existisse, esquecemos tudo, o importante é gritar e mostrar aos 11 jogadores que aquele golo foi tudo para nós revivemos o momento com mais um abraço, mais um sorriso de orelha a orelha e voltamo-nos a sentar, desta vez novamente com a esperança que os minutos que faltam passem rápido, gesticulamos, acenamos, relembramos a nova profissão da mãe do arbitro, pedimos o cartão amarelo, vimos o fiscal de linha a levantar a bandeirola assinalando fora de jogo injustamente, enaltecemos o trabalho do arbitro após marcar falta a favor da selecção, ficamos calados quando o arbitro não marca aquela falta que daria direito a um livre directo em frente á baliza a pouco menos de 2 metros da grande área, olhamos para o relógio, mais uma trincadela na unha, mais um "ssseee", vimos o 4º arbitro a levantar a placa dos descontos, esfregamos as mãos, aplaudimos a substituição feita pelo seleccionador no culminar da partida, levantamo-nos novamente de mãos na cabeça com aquela cara que já todos sabem e por final, após os dois apitos mais esperados desde o momento que o Pauleta fez jus á sua reputação, festeja-mos, voltamos a repetir tudo o que fizemos por duas vezes durante os 105m anteriores, porém desta vez com o sabor a vitória a vitória merecida, aplaudimos o regresso dos jogadores ao balneário e voltamos a festejar, como se Portugal já exibisse a taça das taças, a mais cobiçada por todas as selecções.
Assim se vive uma partida de futebol e mais uma vez Obrigado Portugal por estes momentos.
Bem este relato é extraído da minha imaginação, não aconteceu na realidade, mas é mais ou menos assim que se vive uma partida de futebol.
Depois destas emoções, algo parecido com o isto é, pois está claro, uma sessão da assembleia da republica, porém ali já se sabe quem ganhou e quem está constantemente a perder e a única expressão do adepto do principio ao fim é aquela das mãos na cabeça com cara de quem está a ver o Castelo Branco nu.
Espero que a Selecção Nacional nos de muitos destes momentos pois só dessa forma podemos esquecer tudo o resto.
Obrigado Portugal, Parabéns Portugal.
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